Corrigindo a última frase do penúltimo parágrafo de um trabalho que fiz e assinei há vários anos para a Prefeitura de Passos, sobre a “Família Piantino no Brasil”, que dizia: Em qualquer canto deste país ao se encontrar um Piantino, pode-se ter certeza: é um descendente de Giovanni e Teresa. Não é bem assim.
Hoje a frase pode ser considerada na categoria lenda, porque, com base nos levantamentos feitos pelo “Projeto Imigrantes”, quadro acima, somente no período entre 1.890 e 1.897 entraram no Brasil, três jovens italianos solteiros e duas famílias, dos quais só os marcados com a cor amarela (Carlo e um dos Giuseppes) são ancestrais dos Piantinos que se estabeleceram em Passos.
Não era um fato; era uma lenda. Meu consolo é que perguntei vários parentes mais velhos do que eu que também pensavam sermos nós os únicos Piantinos no Brasil. Até porque o sobrenome Piantino na Itália não é comum.
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